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Melhore a eficiência em projetos de Light Design (Iluminação) com estas 3 dicas incríveis

Flora Barros dá dicas que melhoram a eficiência luminosa da sua casa



 
Iluminação é algo fundamental em qualquer obra, independentemente do porte. E, nesse sentido, selecionamos 3 dicas muito importantes para quem quer melhorar a eficiência luminosa, além de tornar o ambiente agradável. Todo consumidor deveria levar em consideração estas sugestões pois elas farão diferença em sua obra.

Dica 01: Eficiência Luminosa

Para avaliar a eficiência luminosa de uma fonte de luz (lâmpada) ou sistema de iluminação, é preciso analisar a relação Lúmen/Watt (Lm/W). Quanto maior esse número, mais aumenta o consumo de energia,ou seja, a eficiência luminosa é mais eficaz quando consegue balancear o consumo (Potência) com o fluxo luminoso (Lúmens).
 
Exemplo: uma lâmpada de potência de 9W com fluxo luminoso de 810 Lm, tem uma eficiência luminosa de 90Lm/W. Uma outra lâmpada de 10w com o mesmo fluxo luminoso, tem uma eficiência luminosa de 81Lm/W. Ou seja, num primeiro momento, o consumidor pode pensar que uma lâmpada de maior potência ilumina mais, porém, se não se atentar na eficiência luminosa, estará, na verdade, gastando mais energia para ter a mesma quantidade de luz, aumentando assim o custo da conta de luz.
 
Você consegue achar essas informaçãoes na embalagem da lâmpada:
 

Dica 02: Fluxo Luminoso
O fluxo luminoso é a quantidade de luz emitida pela fonte de luz. Essa média é expressa em Lúmens (Lm) e aparece em todas as embalagens de produtos de iluminação. Quanto maior o fluxo luminoso, mais a lâmpada iluminará. Saber de antemão qual o fluxo que se deseja é algo importante a ser considerado. Para esse cálculo, deve-se contactar um light designer para que o mesmo sinalize qual a quantidade de luz é necessária para o seu ambiente ou projeto.
 


Dica 03: Temperatura de cor
 
Fonte: Plugdesign.com.br
Cada ambiente exige um tipo. As temperaturas de cor definem, em modos práticos, se a percepção aos olhos é de uma luz mais amarelada (como uma vela) ou se mais esbranquiçada (como um holofote de estádio de futebol). A escala é dada em Kelvin (K), e, quanto mais baixo o valor, mais “quente” é a iluminação. As temperaturas mais comuns são: 2700K, 3000K, 4000K, 5000K, 6500K - para cada projeto é muito importante atentar-se à temperatura da cor que o produto emite. 

Exemplos: para um quarto ou sala de jantar, o recomendado é utilizar uma temperatura de cor mais morna, mais aconchegante, como 2700K. Para um escritório, 4000K, e para uma sala de cirurgia, 6500K.
 
Fonte: Plugdesign.com.br
 
O corpo humano é regido pelo chamado 'ciclo circadiano', ou 'ritmo biológico', que está diretamente ligado à luz do sol. Então, dependendo do ambiente que nos encontramos, temos que estar mais ou menos relaxados, e a iluminação é um fator importante para determinar esta sensação.
 
Mito da lâmpada da cor amarelada ilumina menos que a branca: O que define se uma lâmpada ilumina mais ou menos é o seu fluxo luminoso e não a temperatura de cor.

Serviço:

Flora Barros Arquitetura está localizada em Recife e atua nas áreas de: Projetos de Arquitetura e Urbanismo, Projetos de Iluminação, Light Design, Projetos de Construção, Processos de Regularização Fundiária, Lei do Puxadinho e Alvarás de Localização e Funcionamento para empresas. Além disso, está apta a intervir em qualquer tipo de concepção que necessite das competências técnicas de um arquiteto.

Contatos:
Email: contato@florabarros.
arq.br
Celular/Whatsapp: +55 (81) 99268-7639

Instagram:@FloraBarros.Arq

Página Relacionada: www.florabarros.arq.br

Matéria no NoticiadorWeb: Melhore a eficiência em projetos de Light Design (Iluminação) com estas 3 dicas incríveis

Autor: SakaWeb Design

Data de Publicação: 15/05/2020

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