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Condsef contesta informações divulgadas por jornal

A Condsef enviou correspondência ontem ao Correio Braziliense, onde solicita direito de resposta a uma falsa afirmação publicada pelo jornal em matéria veiculada no último dia 12/10.

          A Condsef enviou correspondência ontem ao Correio Braziliense, onde solicita direito de resposta a uma falsa afirmação publicada pelo jornal em matéria veiculada no último dia 12/10. No texto “Servidores públicos já preparam greve geral em 2014” (clique aqui para acessar), o jornal declara: “Fontes do Ministério do Planejamento afirmam, no entanto, que muitas mesas redondas feitas para discutir os itens da pauta dos trabalhadores deixaram de acontecer em razão do não comparecimento dos representantes dos servidores”, citando especificamente a Condsef e seu secretário geral.

         A Condsef esclarece que sua diretoria colegiada é composta por onze secretarias, com três titulares em cada uma e onze suplentes no total. Todos os diretores gozam de prerrogativas estatutárias para representar a entidade nas mesas de negociação.

         Ao contrário da informação prestada pelo jornal, em todas as (poucas) reuniões confirmadas pelo governo, a Condsef se fez presente.

         O que a matéria ou o Ministério do Planejamento omitem é que, nos últimos meses, o governo suspendeu cerca de 30 reuniões agendadas para tratar das demandas pendentes do funcionalismo sob a alegação de que a prioridade era tratar com os cinco setores que não assinaram o acordo de greve em 2012.

         A Condsef destaca, ainda, que até o presente momento a SRT/MPOG não agendou reuniões para retomar as discussões pendentes. Também lembra que muitas dessas demandas já integravam acordos anteriores firmados com a categoria, mas foram sistematicamente descumpridas pelo governo.

         Para a Condsef há uma clara tentativa de desqualificar a entidade, cuja história de seriedade e compromisso sempre foi pautada pela luta e respeito pelos interesses dos servidores públicos federais.

AGU

A semana em que se homenageia os trabalhadores do serviço público será marcada por protestos dos servidores técnico-administrativos da Advocacia Geral da União (AGU). Reunidos ontem em Brasília, em Plenária Nacional convocada pela Condsef, eles definiram uma série de ações para marcar a sua insatisfação diante da proposta apresentada pelo Ministério do Planejamento (e já rejeitada pela categoria na enquete realizada pelo site do órgão) de criar um plano de carreira apenas para os novos concursados e manter os atuais servidores do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE). Os trabalhadores lutam pela construção de um plano de carreira único para o setor. Portando coletes, faixas e cartazes com mensagens alusivas aos 20 anos de expectativas frustradas, os trabalhadores ainda preparam um Dia Nacional de Paralisaçao da categoria em 29/10. O protesto destacará a importância de valorização dos trabalhadores da AGU e sua luta pelo plano de carreira já.

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